A Ação Animal, organizada pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) em prol da adoção e da posse responsável, atraiu público de 1700 pessoas – sem contar os visitantes caninos e felinos, além de 200 parceiros, voluntários e profissionais envolvidos na realização. O evento ofereceu serviços de registro geral animal (RGA), microchipagem e castração; teve demonstrações de adestramento, desfile de cães para adoção, Test Dog, Test Cat, Divã Pet, peça teatral, videogame, muita pipoca e algodão doce.
Dos cerca de 400 cães e gatos prontos para a adoção 47 conquistaram novos lares. Desta vez, além do recorde de público, mais um fato inédito: pela primeira vez a adoção de cães supera a de gatos. Do total de animais adotados, 24 são cães e 23 são gatos. O casal Ricardo Avantro, 41, e Maria Aparecida Ferreira, 46, levaram a cadelinha Meg para casa. Eles estavam à procura de uma companhia para a Golden Retriever que criam há quatro anos e que passa muito tempo sozinha. “Poderíamos comprar outro Golden, mas não seríamos justos com esses cachorrinhos que precisam de um lar e de carinho”, reflete Ricardo. “Olha bem para esse focinho”, diz Maria Aparecida explicando a escolha do nome. “Ficamos falando vários nomes, que achávamos ter a cara dela. Quando falamos Meg, ela latiu”.
Durante as seis horas de duração da Ação Animal, além das 47 adoções, foram agendadas 251 castrações e feitas 215 microchipagens. Renata Siqueira, 30, levou seus quatro cães para serem microchipados. Ela relata ficar mais segura com o procedimento: “se algum deles fugir será mais fácil encontrá-lo por meio do chip”. O microchip, implantado embaixo da pele, é do tamanho de um grão de arroz e carrega com ele o número do registro do animal, possibilitando a identificação do bicho e do dono caso seja encontrado perdido. |